APHORT
 
  
 

  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Notícias
 
  Lei do tabaco
2018-01-03
 
 
 
 
A nova lei do tabaco continua a promover a existência de “cidadãos de segunda”

 
Juntando-se às críticas avançadas ontem pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Norte, a APHORT chama a atenção para a situação dos profissionais de restauração que continuam, em certos casos, a ser alvo de exposição involuntária ao fumo e a ser tratados como “cidadãos de segunda”.
 
Perante o facto da nova lei do tabaco manter a permissão de fumar em locais de trabalho, pondo em risco a saúde dos trabalhadores da hotelaria e restauração, a APHORT – Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo defende a necessidade urgente de haver vontade e coragem por parte do Governo para implementar uma política antitabágica de estabelecimentos 100% sem fumo.

Ao contrário de outras associações do setor, esta é uma posição que tem vindo a ser defendida pela APHORT há já vários anos, que não compreende a passividade até agora demonstrada pelos sucessivos Governos face ao caso dos profissionais que trabalham na indústria da hotelaria e restauração. “Estes profissionais continuam, em muitas situações, a ser alvo de exposição prolongada ao fumo de forma involuntária, pelo que é urgente assegurar o direito que estes têm de ver a sua saúde preservada.”, defende Rodrigo Pinto Barros, presidente da APHORT.
Neste contexto, a Associação destaca ainda a incoerência do atual Governo, relembrando as declarações proferidas pelo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, em março de 2017, no âmbito da sétima edição da Conferência Europeia do Tabaco e Saúde que teve lugar no Porto. Neste evento, o ministro apontou o tabaco como “um dos maiores flagelos que atingiu a saúde pública desde o início do século passado", revelando que em Portugal cerca de 30 pessoas morrem por dia devido ao consumo desta substância.
Revelando a sua preocupação face a este panorama, a APHORT considera que é altura do Governo passar das palavras aos atos e implementar, de forma clara e inequívoca, uma política antitabágica que, à semelhança do que se passa no resto da Europa, é aplicada a todos os estabelecimentos comerciais.
3 de janeiro de 2018
 
 
  voltar à listagem       
   © 2008 - APHORT Home   |   Favoritos   |   Recomendar   |   Comente este Site   |   Privacidade